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Olé Jose

Por mais que eu ame José Andrés com sua personalidade animada e amigável, nunca consegui entender por que esse evento era um dos primeiros a esgotar ano após ano. Tudo o que eu realmente sabia era que ele sempre fazia uma entrada única no evento e preparava sua deliciosa paella. Então, este ano, finalmente tive a chance de ver do que se tratava todo esse alvoroço.
  
 A entrada falava por si só; música de James Bond, o helicóptero das Ilhas Cayman e uma arma de champanhe dourada Moët & Chandon. Eu mencionei que ele pulou do helicóptero e foi rebocado por um jet ski até chegar à terra? 
 
 Uma vez em terra, o entretenimento não parou por aí. José dominou o evento, brincando sobre a política americana, como os chefs franceses estão tomando conta de Cayman e a importância de comer o peixe-leão invasor. Começou com ele fazendo uma sangria de champanhe Moët & Chandon com muitas degustações individuais de vodka, gin e champanhe para garantir que era de 'boa qualidade'. 
 
 Ele mostrou aos convidados um impressionante presunto ibérico, onde nos informou que é o melhor bálsamo labial. E então ele pegou uma quantidade ridícula de caviar Paramount e comeu de uma vez... duas vezes. Felizmente, ele guardou um pouco de caviar para o resto de nós, pois ele generosamente o colocou em cima do presunto ibérico envelhecido. 
 
 Finalmente, ele nos guiou por sua famosa paella, que ele carregou com lula, peixe-leão local e cobriu com pargo vermelho local. Os sabores eram fenomenais. 
 
 Agora que estive lá, posso entender por que Olé José continua sendo um evento tão popular. Até o próprio Chef José Andrés admite que este não é um evento para aprender, mas é tudo sobre diversão, paixão e boa comida